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Arlete Gudolle Lopes

Sobre Arlete Gudolle Lopes

Arlete Gudolle Lopes é santiaguense, professora, palestrante e escritora. Casada, mãe de três filhos e avó de dois netos. Formada em Letras, especialista em Teoria e Prática do Processo Educacional. É autora dos livros “O inquietante perfume de cravos” e “Fugaz Eternidade”, além de artigos e poemas publicados em Zero Hora e outros jornais, sites e revistas do país. Em 2015 foi Patrona da Feira do Livro.


Palavras ao vento

(Arlete Gudolle) Sem tempo para criar texto novo, apresento hoje uma crônica que escrevi para participar de concurso de redação quando tinha nove anos. Fiz a adaptação final para retirar a infantilidade do sonho. As roupas, grávidas de vento, dançavam…

Uma cidade inesquecível

(Arlete Gudolle) Já havíamos visitado Brasília e Buenos Aires e nos deslumbramos com elas. Quando decidimos ir ao Rio de Janeiro, sabíamos que era uma cidade fantástica, plena de belezas e contrastes. A primeira imagem que vislumbramos foi o mar…

Como se fossem deuses

(Arlete Gudolle) Por que tratamos artistas e atletas como se fossem deuses? Ante tantos atos de corrupção e desgoverno, as pessoas preocupadas com o desenvolvimento do país devem estar se questionando sobre a existência de motivos pelos quais podem se…

Com jeito de professora

(Arlete Gudolle) Já se questionaram que sinal de pontuação vai antes ou depois de tais como, etc. e reticências? Será certo ou errado empregar etc. seguido de reticências? Muitos escribas abusam dessas expressões achando que têm liberdade para usar vírgulas…

Que pena dos professores!

(Arlete Gudolle) Sempre me orgulhei de ser professora e percebia a sala de aula como um lindo palco onde ensinava com paixão e aprendia com humildade. Hoje, ao viver a miserabilidade materializada em salário nada justo e ainda restituído em…

Histórias que vivi 3

(Arlete Gudolle) Continuação do texto do dia 21 de julho. A narrativa havia parado assim: O que ela trazia no carrinho? Um pacote de salgadinhos dos grandes, acho que três pacotes de bolachinha recheada, um caminhãozinho, uma bola e uma…

Histórias que vivi 2

(Arlete Gudolle) Continuação do texto do dia 21 de julho. Estava na fila do caixa, enorme como só sabem ser as filas em sábados à tarde, esperando a minha vez de pagar o que comprara, quando um dos meninos apresentou-se…

Histórias que vivi 1

(Arlete Gudolle) Existem crianças tão especiais e naturalmente amorosas que tudo o que fazem, mesmo algo que, em outras, causaria desconforto, nelas fica uma gracinha. Há também as que se pode denominar de chatas, geradoras de desconforto para os pais….

Que atire a primeira pedra

(Arlete Gudole) Dentre as muitas características da personalidade que denigrem a imagem das pessoas, três delas centram-se na injustiça, na ingratidão e na cobrança da gratidão. Existem defeitos considerados por muitos o inferno dantesco de quem alastra ódio, preconceito, inveja,…

Afinal, que idioma falamos?

(Arlete Gudolle) Se formos à terra de Camões, teremos sérias dificuldades para entender determinadas expressões usadas por lá. Isso por que, em Portugal, aeromoça é hospedeira de bordo, acostamento é berma, açougue é talho, aro de roda é jante, bandeide…