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Giovani Pasini

Sobre Giovani Pasini

Carlos Giovani Delevati Pasini nasceu em Santiago, é professor de Literatura e Supervisor Escolar (Coordenador Pedagógico) do Colégio Militar de Santa Maria. Major do Exército Brasileiro. Coordenador do Projeto Cultural Labirintos. Mestre em Educação (UNINCOR/MG/2003). Mestre em Ciências Militares (EsAO/RJ/2005). Doutorando em Educação, do Centro de Educação da UFSM. É pesquisador do grupo de pesquisa Núcleo Kitanda: Educação e Intercultura/CNPQ, coordenado pelo professor Dr. Valdo Barcelos. Linha de pesquisa: Formação de professores. Sócio fundador (2008) e primeiro presidente da Casa do Poeta de Santiago. Colunista dos jornais A Razão e Expresso Ilustrado. Apresentador do programa Argumentos: Diálogos Culturais, na TV Santa Maria, canal 19 da NET. Detentor da Cadeira nº 31 da Academia Santa-Mariense de Letras (ASL), cujo patrono é Adelmo Simas Genro. Também faz parte da diretoria 2016-2018 da ASL, ocupando o cargo de 2º Tesoureiro. Faz parte do Conselho Editorial da Casa do Poeta de Santa Maria (CAPOSM), entidade que é associado. Coordena, junto com o professor Valdo Barcelos, o Conselho Editorial da Editora Caxias, com sede em Santa Maria.


Caminhoneiros e panelas

(Giovani Pasini) A greve dos caminhoneiros fez o Brasil parar. Enquanto se dizia que era um protesto de motoristas, a imprensa estava favorável. Depois, quando surgiu o comentário do apoio de empresários, tudo mudou. Rumores de que se tratava de…

Agronegócio e família

(Giovani Pasini) Nós, gaúchos, não podemos deixar de assumir uma posição favorável ao agronegócio, especialmente de apoio aos pequenos e médios produtores rurais. O agronegócio, no Brasil, tem uma participação fundamental para a economia, representando mais de 20% do Produto…

Carta aberta a Santiago

(Giovani Pasini) Sonhei que andava pelas ruas de Santiago. Já perto da praça do QG, sentei num banco e uma mulher se aproximou: era a querida Rosane Vontobel. Ela sentou-se ao meu lado e ficou por um bom tempo em…

Trem-bala

(Giovani Pasini) A morte chega sorrateira em nossa vida. Leva o pai, depois a mãe. Surge de susto, enquanto estamos absortos na intensidade da vida. Para morrer, basta estarmos vivos, diz o ditado popular. Mas a ida… A partida sem…

A arte de perder

(Giovani Pasini) Perder é uma arte… Ganhar nos ensinam, em todos os lugares, desde quando a gente nasce. Somos competitivos por natureza, muitas vezes ultrapassando qualquer limite. Já perder é uma arte. Um dom, distribuído para poucos, apesar de que…

A prisão

(Giovani Pasini) É ótima a prisão em que você se esconde por sua própria vontade. Mas a felicidade da solidão tem prazo de validade, limitado, que vence rapidinho. Quando se está sozinho, quieto, os pensamentos surgem aos bilhões. Eles vão…

País de dores anônimas

(Giovani Pasini) (Parte final) Em uma pegadinha da internet, colocaram relógios à venda sobre uma mesa, sem atendente, numa via de Nova York. No local, um papel colado numa caixinha-cofre dizia: “relógio a 10 dólares, pague e leve o seu!”….

País de dores anônimas

(Giovani Pasini) (Parte 4) A corrupção está entranhada nos costumes de nossa sociedade. Nas pequenas atitudes, tais como furar a fila de um banco; e nos grandes desvios de dinheiro, principalmente na destruição da saúde e da educação pública. Essa…

País de dores anônimas

(Giovani Pasini) A intelectualidade gaúcha (Parte 3) A intelectualidade gaúcha, de maneira geral, adquiriu uma personalidade provinciana e alienada, bem longe do protagonismo do início do séc. XX. Os não-alienados, usualmente se encontram politicamente contaminados, com infecções partidárias generalizadas. Pior…

País de dores anônimas

(Giovani Pasini) A intelectualidade gaúcha (Parte 2) A diferença entre o Brasil e a Finlândia não se resume em educação, mas na nossa falta de ética. Contudo, a ética somente é construída pela educação. Desde antes da Independência do Brasil,…