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Tadeu Martins

Sobre Tadeu Martins

Nascido em São Chico, Tadeu Martins é casado com Rose Mari Martins com quem tem quatro filhos: Elisandra, Glauber Eduí, Igor Ramiro e Indira. Estudou Arquitetura na UNISINOS, Artes Instituto Fernando Barim. Membro fundador das Academias de Letras de Santo Ângelo e Santiago, patrono Aureliano de Figueiredo Pinto. Galeria de Honra dos escritores de Santiago. Delegado da Estância da Poesia Crioula do RS. Possui 12 livros editados. Como Artista Plástico realizou dezenas de exposições no Brasil e exterior. Prêmio Martin Fierro - DF. Galo de Ouro de Gramado. Destaque Artes Plásticas década 80 - RS. Vencedor e jurado dos principais Festivas de Músicas Nativistas - RS e SC. Várias Esculturas Públicas. Troféu Clave de sol - RS e Estado em Artes - RS. Poeta Homenageado Assembleia Legislativa Maçônica. Comenda Sepé Tiaraju, Canoas.


Trovas do Atanásio

(Tadeu Martins) Festejando o 35 Nossa Epopéia gaúcha, O que falta no Brasil Não é lança nem garrucha É uns gritos de – a la cria – Rebencaço e – a la pucha – 

Trovas do Atanásio

(Tadeu Martins) A Bandeira Rio-grandense Que é o nosso maior vinco, Pano hasteado pela história De honra sem ter um trinco, Criada por um Farrapo No ano de 35.  

Trovas do Atanásio

(Tadeu Martins) Bento Gonçalves da Silva Tem Silva no sobrenome, Silva longe de outro Silva Porque nóis vê outro home, Que a história contará Quem sujou Silva do nome.

Trovas do Atanásio

(Tadeu Martins) De tantas festas que eu fui Tem uma que considero É uma Festa de Família E sem muito lero-lero, Conto com mais um convite No Encontro dos SEVERO. 

Trovas do Atanásio

(Tadeu Martins) Quando a esperança rebenta Não adianta bater pé, Pega uma ponta na outra Já sei bem como é que é, Alinhavo de otimismo Com a linha grossa da fé 

Trovas do Atanásio

(Tadeu Martins) Sou cria da Timbaúva Quem entra por São Thomé, Ainda tem rastro na areia Da gente de boa fé, Que todos se visitavam No tempo de andar a pé.  Conteúdo liberado somente para assinantes. Assine aqui![/woocommerce_non_members_

Trovas do Atanásio

(Tadeu Martins) Vem madrugada sonora E um céu grande suburbano, Ternura nalgum mugido E saludo provinciano, Cerração se levantando Quando releio Aureliano.  Conteúdo liberado somente para assinantes. Assine aqui![/woocommerce_non_members_

Trovas do Atanásio

(Tadeu Martins) – Se foi o verão de junho! Metade do mês de julho, Calorzinho e sol a pino Faz o nosso desembrulho, Voltando o frio de Santiago Que sempre foi nosso orgulho.  Conteúdo liberado somente para assinantes. Assine aqui![/woocommerce_non_members_

Trovas do Atanásio

(Tadeu Martins) O mate-amargo é prefácio Da nossa ancestralidade, Seiva do sul que sorvemos Com ternura de amizade, Depois do aperto de mão Atrás da hospitalidade.  Conteúdo liberado somente para assinantes. Assine aqui![/woocommerce_non_members_

Trovas do Atanásio

(Tadeu Martins) Um bandido atrás de um tiro, Uma mamãe no caminho Com inocente no ventre Como fosse um passarinho, Sonhando poder voar Quando saísse do ninho.  Conteúdo liberado somente para assinantes. Assine aqui![/woocommerce_non_members_