À procura de candidatas

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(Denilson Cortes)
Faltando poucos meses para as eleições, o desafio dos partidos políticos será encontrar mulheres para preencher a cota de 30%. Existem duas regras que procuram estimular a participação feminina nas eleições. Uma determina um porcentual mínimo de candidaturas de mulheres. Outra, fixada pelo TSE, obriga os partidos a não somente lançar candidatas, mas investir dinheiro nas campanhas. A ideia é evitar o surgimento das chamadas “candidaturas laranjas”, lançadas apenas para cumprir a cota de mulheres candidatas.

Em Santiago, com o fim das coligações, cada partido poderá ter até 19 candidatos. Destes, seis terão que ser mulher. Se os maiores partidos fecharem a nominata, a cidade terá mais de 30 mulheres concorrendo. Nas cidades com nove vereadores (Jaguari, Unistalda, Capão do Cipó e outras), cada partido poderá ter 13 candidatos. E quatro precisam ser do sexo feminino. Será que, finalmente, chegou a hora delas também dominarem a política da região? O nome delas estará na urna em outubro. Caberá ao eleitor decidir.