Foco inspirador

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Imagem ilustrativa.

(Arlete Gudolle)
A famosa fotógrafa Linda MacCartney, mulher de Paul, falecida em 1997, na hora de clicar as fotos, recomendava simplicidade à filha, fotógrafa também. Na vida, quanto mais elaboradas se tenta fazer as coisas ou se procura caminhos complicados para trilhar, mais difícil se torna a empreitada. Portanto, não complique! Se as pessoas mirassem o espontâneo ou a simplicidade como meta a ser seguida em suas existências, o ato de ser feliz estaria bem mais acessível. A mera ação de não complicar não é suficiente para melhor a vida de alguém, mas pode abrandá-la, torná-la mais aceitável. Para que complicar, quando tudo se resume a nascer, crescer, desenvolver-se e não se pode eclipsar a mais inexorável das verdades: morrer? Tudo é provisório.

As lágrimas de ontem podem se transformar no sorriso radiante do agora. Jamais se deve esquecer que alegria, felicidade, bem-estar e amores não são definitivos. Portanto, para que sofrer por antecipação como um número expressivo de homens e mulheres o fazem? Não se pode olvidar também que aquilo que parece irremediável, pode servir como lições de vida, exemplos a serem seguidos, arrependimentos e perdões, porque, depois de violento temporal e do milagre do aparecimento do arco íris, o sol romperá, radioso, descomplicado, tão simples como o respirar e o acordar todos os dias. Queridos leitores, descompliquem-se e terão mais chances de serem tocados pelo condão mágico da fada madrinha chamada felicidade ou, pelo menos, persegui-la é bem possível.