2018 bom para os empregos

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2018 bom para os empregos

Mercado da Rede Vivo em São Francisco.

Após três anos seguidos de demissões, a economia brasileira voltou a gerar empregos com carteira assinada em 2018, quando foram abertas mais de 530 mil vagas formais. Essa é a diferença entre as contratações, que totalizaram 15 milhões e 384 mil, e as demissões, que somaram 14 milhões e 854 mil pessoas. Esse foi o melhor resultado desde 2013, quando foram abertas um milhão e 138 mil empregos.

Onde estão as vagas
De acordo com os números do governo, sete dos oito setores da economia abriram vagas no ano passado. Serviço foi o que mais abriu vagas e a administração pública foi o único que demitiu trabalhadores. Veja os resultados: construção civil – 17.957 postos; indústria – 11.932 empregos; comércio – 102.007 vagas formais; agropecuária – 3.245 vagas; serviços – 398.603 empregos; administração pública: 4.190 demissões.

Santiago mais demitiu do que contratou
Na contramão do que ocorreu no Brasil e RS, vários municípios da região fecharam 2018 com menos empregos do que no ano anterior. Em Santiago, nos 12 meses foram contratadas 2.408 pessoas, mas demitidas 2.435. Ou seja, o ano terminou com o fechamento de 27 vagas.

São Vicente também não conseguiu criar empregos, terminando 2018 com 25 empregos a menos do que em 2017. Foram contratadas 321 pessoas, mas as empresas demitiram 346.

Itacurubi perdeu cinco postos de trabalho. Em 12 meses as empresas contrataram 79 pessoas, mas demitiram 84.

Capão do Cipó perdeu quatro vagas. Foram contratadas 135 pessoas, mas 139 demitidas.

Mata foi pelo mesmo caminho: demitiu mais do que contratou, com saldo negativo de quatro. Foram 58 contratações e 62 demissões.

Nesses municípios, os empregos vingaram
São Francisco conseguiu o melhor resultado da região, criando 31 empregos. Foram 268 contratações, contra 237 demissões.

Jaguari também fechou positivo, com a abertura de 25 vagas em 2018. Foram contratadas 167 pessoas e demitidas 142.

Nova Esperança criou 20 empregos durante o ano. As empresas contrataram 472 pessoas e demitiram 452.

Manoel Viana criou 13 vagas. As contratações chegaram a 188, contra 175 demissões.

Unistalda fechou 2018 no azul, criando quatro empregos. Foram contratadas 33 e demitidas 29.