A conta aumentou em quase seis vezes

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A santiaguense Lucimara Vargas costumava pagar de 450 a 500 reais e neste mês veio 2.819. Ela procurou o escritório da RGE e foi informada que uma equipe irá no endereço (no centro) fazer uma vistoria. Caso não se resolva o problema, ela pretende acionar o Procon. A aposentada Catarina Floriano também ficou surpresa ao receber a fatura de maio. Ela pagava (em média) 170 reais e na última fatura veio 311. “Nem no verão eu pagava tanto assim”, diz. Ela pagou, mas vai reclamar.

Sua conta de luz está cara? Saiba a quem recorrer

Santiago – Por causa da pandemia de coronavírus, a RGE suspendeu a leitura presencial nos medidores, conforme determinação da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). A conta está sendo cobrada pela média de consumo nos últimos 12 meses. E isso tem sido motivo de muitas reclamações dos santiaguenses, principalmente na rede social. No entanto, no Procon foram poucos consumidores que procuraram seus direitos.

Lívia Nascimento.

Reclamações em Santiago

Conforme a coordenadora Lívia Nascimento, houve alguns atendimentos no começo da semana. Ela acredita que nos próximos dias as queixas aumentem. A orientação às pessoas que se sentirem lesadas é para que busquem um acordo junto ao escritório credenciado da distribuidora (Ferragem Farroupilha- Alceu Carvalho, 358) ou os serviços digitais (consumidor.gov.br). “Todos que vieram conseguimos resolver na loja terceirizada ou por outros meios e não foi preciso o Procon notificar a concessionária, a exemplo do que aconteceu em outros municípios”, explica. Lívia lembra que só reclamar na rede social não basta, tem que formalizar no Procon para que o órgão tome as providências.

O Procon atende de segunda a sexta, das 8h às 14h. Rua Bento Gonçalves, 1823, sala 1. Fone: (55) 3251-6093.