Agora, jornalistas e políticos também podem andar armados

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Agora, jornalistas e políticos também podem andar armados

Um decreto de Bolsonaro amplia o direito ao porte de armas. Agora, políticos, advogados (que atuam no poder público), motoristas de veículos de carga, proprietários rurais, jornalistas, conselheiros tutelares, agentes socioeducativos, caçadores registrados, atiradores esportivos podem andar armados.

O que precisa comprovar
A Polícia Federal não mais fornecerá o porte. Segundo o decreto, para aquisição de uma arma, é necessário um atestado de aptidão psicológica (fornecido por psicólogo da Polícia Federal) declaração de necessidade, ter 25 anos ou mais, residência fixa e não ter antecedentes criminais.

Contraponto de quem atua na segurança
Para o comandante geral da Brigada, coronel Mário Yukio, haverá uma maior circulação de armas, portanto, mais roubo de armas. Haverá mais feminicídio e suicídio (estatística liderada pelo RS). Também aumentará, segundo ele, o número de latrocínios, pois a pessoa armada é mais tentada a reagir. Quanto à orientação da Brigada, segue uma antiga praxe; “mediante um assalto, não reaja”. O subchefe de polícia, delegado Fábio Lopes também tem posicionamento parecido.