As conveniências. De novo!

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Santiago – O feriadão de Páscoa foi de felicidade para alguns e de muita dor de cabeça para outros. A liberdade de alguns tomaram a liberdade dos outros. De novo, um velho problema volta à tona. São as tais lojas de conveniência, onde carros com som alto, gente aos gritos varam a madrugada.

Reféns dentro de casa
“Estamos reféns em nossas próprias casas. Além do barulho de gritos e sons de carro em alto volume, sofremos com as pessoas que vêm dos bairros mais afastados e que, sem nenhum escrúpulo, invadem nossas varandas, usam os muros como bar e urinam em nossos pátios. Tristes dias, tristes noites para nós, que temos pessoas doentes do coração e com alzheimer”, se queixa uma moradora, informando ainda que uma vizinha havia falecido nesses dias.

Qual a solução?
A sugestão de alguns é que as pessoas cuidassem de seu comércio, respeitando os horários estabelecidos para as conveniências, sem bebida alcoólica, sem mesas e cadeiras e sem aglomerações.