As estradas da região e a síndrome do cobertor curto

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Obra na 377, entre Boqueirão da Palma e Capão do Cipó. Trecho sendo refeito.

O que está sendo feito, o que foi feito e vai voltar ao que era e o que não será feito

(João Lemes) Quando a 377 foi feita, não foi feita. Foi entregue como feita. Na maioria dos trechos faltou a tal capa selante, que o ex-governador Rigotto apelidou de cereja do bolo que havia deixado para a ex-governadora Yeda colocar. Mas ela não colocou. Quando foi fazer isso, já haviam comido boa parte do bolo. E que baita bolo!

168 – de Santiago a Bossoroca.

Aí vieram outros governos e a estrada, além de não ser toda concluída, ficou muito pior em muitos trechos. De São Chico a Santiago chegou a ficar intrafegável, assim como de Santiago a Joia.

Para piorar, a 168, de Santiago a Bossoroca, também pereceu, sem falar na estrada de São Chico a São Vicente e na 640, de São Vicente a Cacequi.

Depois de muitos pedidos protestos e choro, o governo atual tapou buracos na 377 entre Santiago e São Chico, ajeitou a 168 (Santiago – Bossoroca) e mandou as máquinas para a 377 entre Boqueirão da Palma até Capão do Cipó, para o lado de Joia.

Só que do jeito que estão fazendo, gastando milhões para

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