Caminho para o recomeço

Quem disse que preso não trabalha?
Santiago – Quase a metade dos presos da região trabalha nas cadeias. Assim, conquistam uma profissão que poderá garantir um emprego quando ele sair. Em Santiago, mais de 30 apenados do regime fechado trabalham em atividades ligadas a cozinha, padaria, faxina e manutenção. Outra parte, quase 30, também aprende a fazer artesanatos, que são entregues às famílias para serem vendidos. Conforme o diretor Marcelo Machado, no albergue são 48 presos e mais da metade trabalha para empresas ou particulares. Já dos nove em regime aberto ou semiaberto, oito estão empregados. Conforme a Lei das Execuções Penais, a cada três dias trabalhados, um dia da pena é reduzido.

Os presos aprendem a fazer sabão líquido usado na louça, roupas e limpeza em geral.

Presos que aprenderam a fazer sabão
Jaguari – O Conselho da Comunidade, em parceria com a Emater, iniciou um projeto no qual os 

Conteúdo liberado somente para assinantes