Cão Juliano: um caso que ainda repercute

Publicado por em .

Santiago – Em 2018, o santiaguense José Airton Pastorini acabou envolvido em um inquérito pela morte de um cão, no Parque Zamperetti. O assunto foi muito divulgado na imprensa e redes sociais. Pastorini foi acusado de ter esfaqueado e matado o animal, conhecido por “Juliano”. A Associação Protetora dos Animais se mobilizou, assim como a vereadora e veterinária Eva Müller. Eles fizeram camisetas, cartazes, protestos públicos… Tudo culminou com a inauguração de uma estátua do animal junto ao parque.

Violência doméstica e ‘psicopata’

O advogado de Pastorini é Daniel Tusi. Ele procurou a rádio Nova Pauta, visto que há pouco, a vereadora Eva voltou ao tema na Câmara e na rádio, quando ligou a morte do cão à violência doméstica e comparou Pastorini a um psicopata, o que foi a “gota d’àgua” para a retratação.

Repercussão – Daniel observa que, embora ela não tenha citado o nome de seu cliente, fica evidente que se referia a ele, já que o assunto teve repercussão jamais vista e até fotos dele foram publicadas em várias redes sociais.

“Jogado na sarjeta” por um crime que não cometeu

Daniel Tusi lembra que nos meses que sucederam os fatos, toda a família de Pastorini, incluindo dois filhos, teve

Conteúdo liberado somente para assinantes. Assine aqui!