Choque de gestão. É disso que Santiago precisa, diz Miguel Bianchini

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Santiago – Ele foi bombeiro, vereador e deputado. Miguel Bianchini sempre esteve ligado às causas políticas da região e de sua cidade. Concorreu a deputado novamente, mas não foi feliz. Ele explica por quê. Também fala de sua pré-candidatura a prefeito pelo PL. Argumenta sobre a cidade, empregos e focaliza no que chama de choque de gestão, dado aos tempos difíceis que teremos após a pandemia.

Sobre a disputa eleitoral passada, dois concorreram em Santiago e nenhum se elegeu. Ao que atribui? O que poderia ter sido feito diferente? O que pensa depois da eleição, por não ter sido reeleito?
O contexto da eleição foi adverso para mim; em pleno ano eleitoral fui decisivo na aprovação da autorização para o Governo Sartori renegociar a dívida com a União e este voto foi suficiente para os sindicatos denigrirem minha imagem junto ao funcionalismo público estadual. Aqui em Santiago e região dividimos os votos numa polarização natural entre dois candidatos da terra. Fiz o que pude e saí feliz da eleição.

Após a eleição, dito pelo jornal ZH, lhe foi retirado um peso dos ombros. Como explica essa história de peso dos ombros? Por que essa matéria se referia a um salário que ganha como assessor? Que cargo é esse, qual a sua função?

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