Ecad e editoras cobram taxas de direito autoral em lives

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As lives cresceram e ganharam patrocínios grandes. O Ecad, que representa os autores das músicas, procurou o YouTube.

Como shows físicos não devem voltar tão cedo, as lives foram uma luz em meio à quarentena. Agora, uma fatia é mais disputada do que nunca.

Uniões de autores e editoras buscam até 10% por lives no YouTube, inclusive passadas. Compositores concordam, mas alguns produtores de sertanejo e pagode se opõem.

Depois das lives regadas a cerveja e churrasco, a conta está na mesa. O Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) e a União Brasileira de Editoras de Música estão atrás de 10% por direitos autorais das músicas tocadas nas lives, patrocinadas no YouTube.