Ele comanda a terra do Jaguar

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O prefeito Beto Turchiello e o vice, Lucas Cattelan.

As pessoas dizem o prefeito fez. Não. O prefeito é parte de uma gestão. Uma equipe de trabalho sim faz a diferença

Jaguari – O prefeito Beto Turchiello (MDB) e Lucas Cattelan lamentaram não poder comemorar o centenário como gostariam, e pediram para que os próximos legisladores comemorem. O ato para marcar o centenário aconteceu na sexta, 14, em sessão solene que pode ser acompanhada pelas redes sociais. O prefeito conversou com o Expresso e falou da sua história.

Como foi sua infância? Sua formação, de onde veio a família?

Sou filho de agricultor, criado em Bom Retiro, divisa com Santiago. Estudei da 1ª a 4ª série na escola Catarina Boff; a 5ª foi na escola Sílvio Marchiori; do 6º ao 8º ano na Escola Moisés Viana, Vila Florida. O ensino médio cursei no Instituto Federal em São Vicente e minha faculdade foi na URI de Santo Ângelo. Minha formação é em construção civil, estradas e topografia”.

Fale do menino Beto: era tímido, estudioso, disciplinado?

A origem italiana me estabeleceu a forma tímida de comunicação. Sempre fui muito estudioso, disciplinado e cumpridor de ordens.

Qual foi o primeiro emprego?

Quando fazia a faculdade em Santo Ângelo o meu primeiro trabalho foi no Banco do Brasil, no setor de processamento de dados. Após a formatura comecei trabalhar em empresas de engenharia da construção de asfalto e depois entrei no serviço público.

Como foi que chegou a ser secretário e vereador?

O trabalho na secretaria de Obras durante todos estes anos me creditou ao natural ser secretário. Posteriormente por ser secretário, me elegi vereador. Esse atendimento com respeito e atenção e nunca com distinção partidária, me creditou ao natural a ser secretário e vereador”.

E o sonho de ser prefeito existia na época da juventude?

Jamais imaginava. Mas analisava todos os prefeitos com quem trabalhei. Suas ações, o que dava certo ou errado, e aí comecei a entender gestão pública e a forma de como tratar o cidadão e como priorizar as atividades. O trabalho me deu a capacidade de entender como ser prefeito.

E um dia imaginou ser prefeito num ano tão importante, ano do centenário?

Não. Comecei entender essa possibilidade depois da posse. Mas nunca tinha passado pela cabeça que no final do mandato iria coincidir com um ano tão especial para o município”.

Fora a pandemia, quais as questões mais difíceis? Ponte, hospital, estiagem, enchente, economia…

Os maiores desafios estão na ordem econômica. A economia do país interfere na gestão local. Mas acredito que em função de termos um hospital municipal é a questão mais difícil. Saúde pública é coisa cara e o recurso é pouco. O SUS retribui com um valor muito abaixo; não chega a 20% do valor gasto. Manter o hospital é muito caro. Outra dificuldade é a relação interpessoal com os funcionários, o relacionamento entre eles.

E como conseguiu driblar a maioria dos problemas até chegar numa situação quase tranquila?

As pessoas dizem o prefeito fez. Não. O prefeito é parte de uma gestão. Uma equipe de trabalho sim faz a diferença. É um trabalho integrado onde o gestor devido à situação econômica seleciona as

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