Proerd forma nova turma em Santiago

Formandos da escola municipal Silvio Aquino. Fotos: Éder Alves/JEI

Santiago – O Programa da Brigada que orienta os alunos do Ensino Fundamental até o Ensino Médio sobre as drogas e a violência formou mais uma turma na noite desta terça, 10, em cerimônia ocorrida no CTG Os Tropeiros, que ficou lotado de estudantes, familiares, professores e autoridades. Os 360 formandos são das escolas Cristóvão Pereira, Monsenhor Assis, Alceu Carvalho, Cândido Genro, Lucas Araújo, João Evangelista, Manoel Abreu, São José e Silvio Aquino. Com a presença dos instrutores, os policiais Régis Morais e Sandra Gibicoski Rodrigues, eles assumiram o compromisso de ficar longe das drogas e da violência. Em Santiago, o Proerd é trabalhado desde 2005 e 6.500 alunos já participaram do programa.

Major Franco.

O major Franco salientou a importância do programa da Brigada que é trabalhado no Estado desde 1998 e parabenizou a todos os formandos pelo esforço, lembrando que eles representam o futuro da sociedade santiaguense. “É prevenindo e educando que vamos evitar de reprimir lá adiante”, disse ele.

A secretária municipal de Educação, Mara Rebelo parabenizou os instrutores pelo trabalho desenvolvido com os jovens, professores e pais. “Hoje é um marco para todas as crianças que estão aqui, pois é a primeira formatura do Proerd em 2018. Se for para que nossos alunos estejam longe das drogas nós sempre estaremos juntos”, lembrou Mara.

Redação – Os estudantes das nove escolas também participaram de um concurso de redação com o tema “O que aprendi com o Proerd”, sendo premiados o primeiro colocado de cada turma com medalha e um kit escolar.

 

Os ensinamentos levados para casa

O estudante da escola Lucas Araújo, Octávio dos Santos (11 anos) foi um dos premiados no concurso de redação. Os ensinamentos do Proerd ele conta que levou para casa. “Me ensinou a me decidir melhor e ajudar minha mãe em casa. Aprendi a dizer não às drogas, como reagir, me afastar e dar uma boa desculpa para quem vir oferecer drogas. Também a não praticar bollying, pois fui vítima e me sentia muito magoado”, relata.

 

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