Marcelo Peru: “não estou 100% preparado, mas estou pronto pra trabalhar”

Publicado por em .

Marcelo Gorski (Peru) e João Lemes.

Santiago – O jornalista João Lemes debateu com o vereador Marcelo Gorski (Peru), candidato a vice-prefeito ao lado de seu primo, o prefeito Tiago Gorski. Ele conta que os dois se criaram juntos, convivendo muito na casa da avó. Estudaram na URI e ingressaram na vida pública ao mesmo tempo. Peru, como vereador estreante, em 2013; Tiago, como secretário de Gestão, na administração de Júlio Ruivo. Agora, os dois estão unidos por um novo desafio: manter a tradição do PP no governo.

O Peru, o Peruzinho e a Peruzinha

Marcelo Gorski de Matos conta que o apelido foi uma herança. O Peru mesmo era o seu irmão mais velho, Maurício, que no tempo de escola jogava de goleiro, mas era muito “peruzeiro”. Daí nasceu o apelido que ficou famoso e respingou em Marcelo, que virou o “peruzinho” e a irmã, Maiara, que virou a “peruzinha”. Depois que o irmão saiu da escola, Marcelo passou oficialmente a ser ele o “Peru”. “As pessoas nem me chamam pelo nome. O apelido virou uma marca que não tenho como desvincular”.

Por que decidiu entrar para a política?

Ele conta que recebeu muita força do ex-prefeito Júlio Ruivo e que os amigos o incentivaram. Em 2012, morava em Santa Maria, era formado em Direito e cursava Relações Internacionais. Veio concorrer e fez 1029 votos. Mostrou serviço, participou de muitas comissões, se especializou e, na eleição seguinte, foi o mais votado da história de Santiago, com mais de 2600 votos. Peru acredita que a sua representatividade abriu o caminho para outros jovens que vieram depois e considera importante unir a experiência com a juventude, conferindo seriedade e dinamismo à Câmara.

Como vê o atual cenário político, como apoiador do presidente Bolsonaro?

“Me considero uma pessoa de direita e vejo que vivemos um momento conturbado em nossa política, por essa questão Bolsonaro x PT. Votei no presidente, contra o Haddad, e venho acompanhando as suas boas ações no combate à corrupção e melhor destinação de recursos. Mas tem muitas coisas que ainda precisam melhorar e eu torço por isso. Caso isso não aconteça, é preciso analisar a troca de governo. Mas tive um encontro com o Bolsonaro, que é muito amigo do santiaguense Hélio Mello, pai de meu assessor, o Álisson”.

Dá pra dizer que os Gorski já são uma dinastia na política?

“Tivemos o prefeito Chicão, que foi uma pessoa muito querida, trabalhou muito por Santiago e

Conteúdo liberado somente para assinantes. Assine aqui!