Por que os alimentos subiram tanto? Faltará algum produto no fim de ano?

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A alta nos alimentos se deu por vários motivos. O principal é que houve aumento na exportação de grãos e isso refletiu mais no arroz e no óleo de soja. Tal elevação também se reflete na cerveja em lata, leite condensado, embalagens de torta e demais produtos que usem matérias-primas iguais ao alumínio, plástico e o papelão, que estão em falta.

Preço mais justo

“Para manter o valor mais justo, nosso preço de venda ficou quase igual ao de custo, por isso, reforçamos nosso estoque. Também quero agradecer ao Expresso, por explanar esse assunto”, observa a direção do Mercado Bazana.

Cerveja à vontade

“Quando ficamos sabendo da falta de alumínio, decidimos reforçar nosso estoque de cerveja, garantindo o produto ao consumidor”, diz Édson Oliveira, do Mercado Central.

Carne “salgada”

“A carne, que antes da pandemia comprávamos por 15 reais o Kg, hoje pagamos 20 devido à exportação. Nossa luta diária é manter o mínimo possível de reajuste”, informa Adriano Garcia, do Mercado Camelo.

Estoques robustos

De modo geral, não faltará mercadoria, pois houve um cuidado com os estoques em todos os mercados. Alguns gerentes ainda frisam que não é bom deixar as compras para última hora. Isso evita aglomerações. Pedem que os clientes usem máscara e álcool em gel (disponível nos mercado dos) e que apenas uma pessoa por família vá às compras.

Cartão em vez de dinheiro

Direções de outras redes, como Guasso e Vivo, não falaram sobre aumento dos produtos, mas frizaram que não faltará nada, já que o estoque é grande. E fizeram um apelo: que as pessoas usem cartão em vez de dinheiro.