A fraude contra a Lei da Cultura 19/09/08

O Ministério Público investiga fraude de 4 milhões contra a Lei de Incentivo à Cultura (LIC), sendo que Mariângela Grando, presidenta do Conselho Estadual de Cultura é uma das acusadas. Entre as despesas dela na prestação de contas do filme Concerto Campestre, da qual foi produtora-executiva, está a compra de livros, perfumes e absorventes. Mariângela também trabalhou para o cineasta Henrique de Freitas Lima, diretor do filme e seu ex-marido. Em entrevista à RBS, Mariângela acusou a secretária de Cultura Mônica Leal: “Se eu sair chamuscada, ela sai em cinzas”. Mônica se defendeu dizendo que foi a primeira a denunciar a fraude ao Ministério Público e que os documentos com assinaturas falsas, incluindo a dela, nunca passou por sua secretaria.A fraude – Produtoras culturais são suspeitas de dois tipos de golpe: deixar de submeter os projetos ao Conselho Estadual de Cultura e, assim, ficar livre de prestar contas do dinheiro arrecadado; adulterar documentos de projetos aprovados pelo Conselho Estadual de Cultura para obter patrocínio maior do que o autorizado. Os patrocinadores (empresas) das produções culturais teriam colaborado de boa-fé, sem saber que as autorizações para captação dos recursos eram falsas ou adulteradas.

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