Expresso no Ar detona a campanha Ayda X Chico – 07/05/10

O Expresso no Ar polemizou no último sábado na Central FM. Os entrevistados foram os professores Ayda Bochi Brum e Francisco Assis Gorski (Chico), os quais disputam a direção da URI. Ayda está na chapa formada também por Sandra Oliveira e João Pinheiro. Gorski tem Michele Beltrão e Jorge Padilha. A eleição será em junho. Votam professores, alunos, funcionários e representantes da comunidade.A política partidária e os protestos de alunos na universidadeOutra questão abordada foram as filiações partidárias. Ayda é do DEM e Chico do PP. Porém, ambos afirmaram que isso não influencia no trabalho. Ao final, também foi esclarecido sobre o protesto de alunos, ocorrido há pouco. Ayda lembrou que isso foi alardeado como uma estratégia de sua campanha. “Procurei o Chico e disse que antes de sermos adversários, somos amigos e colegas”. Chico disse que o protesto é normal e que todos os pedidos deles já foram atendidos. O final da entrevista foi marcado pelo cumprimento com um longo abraço entre os dois candidatos.Número de alunosA primeira cutucada que Ayda deu foi que o número de alunos e de laboratórios segue o mesmo desde que saiu da direção há oito anos. Argumentou que em 1994, iniciou com 180 alunos. E quando saiu, em 2003, eram mais de 1.700. Gorski não se fez de rogado e puxou dos alfarrábios (lista com números) e observou que a atual gestão implantou novos cursos e hoje a URI tem mais de dois mil alunos, fora os pós-graduações etc.Emprego dos parentesNa parte mais picante, os entrevistados foram questionados sobre o emprego de parentes. Ayda se defendeu dizendo que seus familiares tinham qualificação, como foi verificado pela reitoria. Chico disse que só colocou um irmão.Dívidas – Quando a atual direção, composta também por Chico Gorski assumiu em 2002, havia uma dívida decorrente de empréstimo, cujas prestações estão todas em dia. Não existe nada pendente, argumentou Chico Gorski.Bolsas de estudo Chico esclareceu que as bolsas só são concedidas pelo Enem. “Antes, era possível beneficiar só quem realmente precisava”, disse o professor, relatando o exemplo de um aluno que morava numa “mansão” e tinha bolsa; outro caso de Bossoroca, a aluna não tinha bolsa e vivia em situação de miséria. A professora Ayda disse ter sido acusada de ser uma distribuidora de bolsas, em sua época, mas afirma que sempre obedecia critérios.

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