Major Ney, no Expresso no Ar – 29/07/11

O major Antônio Ney da Silva, comandante da Brigada Militar, definiu como emblemática a prisão do homem que assaltou a Raggin. No Expresso no Ar, Ney elogiou a participação comunitária naquele caso, pois as pessoas ligaram para denunciar, o que permitiu a rápida ação policial. “Um sujeito que assalta uma loja central, às 9h, de cara limpa, sem qualquer planejamento de fuga, só pode ser maluco”, definiu Ney.Ele esclareceu que o meliante cumpria pena no semiaberto e trabalhava como calceteiro. Com isso, os apresentadores do programa questionaram sobre quem fiscalizava tais ações, sendo que em Santiago há 50 nesse regime. “Essa responsabilidade é das próprias empregadoras. Pois se fosse incumbência da Brigada, poderíamos dizer onde está cada um deles”, comentou.Muitas prisões – O comandante explicou que a Brigada tem 570 soldados nos 10 municípios da região, atendendo a 120 mil pessoas e que só em Santiago, são 104 brigadianos no policiamento e se envolvendo em todo o tipo de ocorrências. Ney faz questão de elogiar a dedicação dos policiais, queprenderam 796 em seis meses. Questionado sobre a lei das prisões em flagrante, não hesitou: “O que vai acontecer é que vamos prender mais vezes as mesmas pessoas”.Como no futebol – Assim como Lula se fazia entender usando termos futebolísticos, o major Ney definiu o trabalho da segurança pública. “A Brigada é o centroavante, o meio campo com a Polícia Civil e a zaga é da Promotoria. O Judiciário faz o papel de goleiro e de juiz. Mas a torcida, que é a comunidade, precisa fazer sua parte”.

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