Monitor, não: professor! – 28/10/11

A sindicalista Marisa Ourique pediu apoio aos vereadores para a troca do nome dos cargos de atendentes educacionais e monitores para professor. A presidenta do Sindicato dos Servidores Municipais defende que o trabalho deles é o mesmo que o de um professor, com carga horária dobrada, mas com ganho inferior. O único empecilho é o Tribunal de Contas.Uma aula no Tribunal de ContasUm grupo representativo do Sindicato dos Servidores Municipais de Santiago foi ao Tribunal de Contas apresentar suas defesas aos conselheiros, dentre eles o ex-deputado Marco Peixoto. Eles querem que seja encaminhado um parecer favorável ao seu pedido de reenquadramento dos cargos de atendentes e monitores para professores. O advogado Ruy Gessinger, que dá apoio à causa, acompanhou a reunião no gabinete de Peixoto.

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