Motoboy: a profissão é de risco mas para ele, gera um bom lucro – 29/07/11

Ser motoboy parece ser uma tarefa fácil. Não exige estudo, nem carga horária definida. Mas quem exerce essa função conhece os riscos e instabilidade financeira que enfrenta. Marcos Aurélio Rezeu de Oliveira, de 46 anos, trabalha nessa área há 9 anos como mototaxista. Ele conta que foi um dos primeiros em Santiago, e que já sofreu dois acidentes durante o trabalho. “Na primeira, bati num cachorro. Na outra, um carro cortou a frente da minha moto”. Marcos é casado há 30 anos e é pai de três filhos, os quais mantém com uma renda em torno de R$ 800 a R$ 1.000. “Eu gosto muito do meu trabalho. Não deixaria de fazer isso para trabalhar de empregado em loja, ou qualquer outra empresa”, disse. Dentro da leiEle é um dos poucos em Santiago que tem todos os equipamentos exigidos: antena corta-pipa, mata-cachorro e o colete com faixas refletoras. “Também temos que ter um curso de treinamento. Só que não tem ninguém habilitado na cidade para dar as aulas. Enquanto não tiver, não vão pode exigir”, destaca. HorárioMarcos trabalha é funcionário de uma Telemoto no centro. E seu horário de trabalho é das 7h30min às 19h. Conforme ele a maioria dos motoboys não trabalha durante a noite porque não há procura. “No verão, fico até as 21h, mas não muda muito. O movimento é de dia mesmo”, completou.

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