A inteligência moral

(João Lemes)
Num mundo onde todos nós somos regidos por leis, que bom seria se todos pudéssemos agir apenas pela consciência do que é ético e moral. Poderíamos rasgar todas as leis. Digo isso porque o homem age de acordo com o que o americano Lawrence Kohlberg chamou de inteligência moral, ou desenvolvimento moral, que abrange vários níveis e estágios e chega até o nível 6.

Nos primeiros níveis e estágios 1, 2 e 3, o sujeito age por esses mecanismos: uns, apenas por medo da lei. Dizem até que é bonzinho, mas não. Ele só age corretamente por medo da punição. Já outro, age pela regra apenas quando lhe convém, quando tira vantagem, enquanto outro age movido por algo que vem de fora, de um grupo talvez. Caso do jovem que não obedece os pais e segue o grupo da rua.

Mas nessa ciranda toda, os mais dotados de inteligência moral são os que agem pensado em algo maior, que compreendem uma ordem social que advém da lei, justiça e dever. São esses que fazem uma sociedade crescer. São os que sabem que nada acontecerá, nada mudará se não for pelo coletivo. Esse é o nível 4 de inteligência moral. Seria o seu nível? Pense nisso…

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