Diabete

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(Arlindo Disconzi)
O dia 14 de novembro é o dia internacional do diabete. Podemos dizer de uma maneira simples e prática, que o diabete resulta de que a insulina produzida pelo pâncreas não “empurra,” como devia a glicose que está na circulação do sangue, para dentro da célula que é seu combustível. E a glicose, circulando em excesso no sangue, vai se depositar nos olhos, coração e rins, causando doenças.

Há dois tipos de diabete: o tipo 1, quando o pâncreas não produz a insulina e a manifestação já acontece na infância; e o tipo 2, quando a produção é insuficiente.

Alimentos que contêm amido; este vira açúcar e depois glicose no organismo, são eles: pão, batata, arroz, mandioca etc.

10% da população brasileira é diabética. O diabete não tem cura, mas controle, o que exige muita dedicação do diabético.

Recentemente, trabalho de nutrição concluiu que o consumo de cinco porções de fibras no alimento por dia (porção é o que cabe na palma da mão) ajuda no combate do diabete. (A fibra absorve a glicose e também o excesso de gordura, levando embora junto com as fezes).

Sintomas: sede, cansaço, infecções frequentes, principalmente na pele (dermatite e furúnculos), feridas que custam a cicatrizar, visão embaraçada. Estes sintomas também podem aparecer em outras doenças.

A data de 14 de novembro foi em homenagem aos aniversários (coincidentes) dos dois cientistas que descobriram a insulina em 1921; Frederick Banting e Charles Best.