O estresse térmico

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O estresse térmico

(Arlindo Disconzi)
Já há algum tempo, cientistas do mundo todo têm chamado atenção para o efeito estufa que está mudando o clima no planeta. A temperatura média do meio ambiente vem aumentando gradativamente. Isto acontece porque os raios do sol vêm à terra sob a forma de raio luminoso e, após se refletirem na superfície da terra, viram raios caloríficos. O normal seria que 70% voltassem ao espaço e 30% ficariam aqui para manutenção da vida animal e vegetal. O problema é que estamos poluindo o ar com CO2 e outros gases oriundos dos carros, indústrias, queimadas etc, e isso está elevando a temperatura do ar, produzindo nas pessoas o estresse térmico.

O que é – O estresse térmico produz irritação, canseira, diminuição do dinamismo no trabalho insuficiência cardíaca e renal pela desidratação. As varizes aumentam pela dilatação das veias, facilitando a coagulação do sangue (trombose). As bactérias da pele se reproduzem em maior quantidade e produzem dermatites ou erisipela. A dilatação dos vasos pelo calor diminuem a pressão arterial; o coração bate mais rapidamente (taquicardia), gera cefaleias. Como o ar está dilatado pelo calor, o O2 está mais rarefeito e isso provoca falta de ar. O organismo tenta se defender, provocando a sudorese que, ao evaporar, rouba calor do corpo (assim explica a Física).

O que fazer – Evite exposição ao sol; mantenha a temperatura do ambiente com ventilador, ar condicionado. Beba muita água até a urina ficar branca. Use roupas claras e folgadas. Se tiver que ir ao sol por mais de 20 minutos, use filtro solar fator 50. Evite exercícios físicos externos das 10 às 16 h. Na alimentação, evite coisas que facilmente se contaminam com o calor, a exemplo de maioneses e frutos do mar.
O CORPO HUMANO AGUENTA
MAIS O FRIO DO QUE O CALOR.