O perigoso óleo de canola

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(Arlindo Disconzi)
Há vários tipos de óleos usados para cozinhar. O óleo de girassol vem da semente do girassol; óleo de soja vem das sementes da soja, mas não existe a planta chamada canola. A planta colza, que chega a um metro e meio de altura, tem flores amarelas e deixa as lavouras uma das mais vistosas pela coloração amarelada. Dessa planta se produz óleo lubrificante, velas, sabonetes, óleo combustível, porém ela tem uma substância chamada ácido erúcico que é altamente danoso ao organismo, então no Canadá produziram um híbrido dessa planta para reduzir a quantidade desse ácido e para então ser usado na cozinha e chamaram de óleo canola, isto é, óleo canadense (Canadiam Oil Low Acid, canola).

A decisão é sua
Este óleo é 90% geneticamente modificado, além de 10% ser hidrogenado para durar nas prateleiras. Ele não é considerado um óleo como alimento e sim um óleo processado, não natural como o de soja, girassol etc. Os que o defendem afirmam que ele contém ômega 3 e 6.
Há trabalhos das Universidade de Filadélfia comprovando que seu uso de rotina pode causar lesão dos rins, fígado e neurológicos e doença de Keshan (uma lesão do miocárdio – músculo do coração) por falta de selênio.
O nutrólogo, médico especialista em nutrição, Lair Ribeiro condena veemente esse uso. Outro problema é que ele chega custar até três vezes mais que os outros óleos. A decisão é sua.