Do papel da Justiça Eleitoral e das funções do cidadão nas eleições 08/08/08

O pleito eleitoral de 05 de outubro se aproxima, momento em que a sociedade de Jaguari e Nova Esperança escolherão o prefeito, vice e vereadores. Buscando auxiliar os eleitores a exercerem o direito ao voto livre, conscientizando-os de seu papel na fiscalização do pleito, a Justiça Eleitoral da 26ª Zona Eleitoral, com a cooperação do jornal “O Jaguar Regional”, passará a publicar artigos que visam estabelecer um diálogo da Justiça Eleitoral com a comunidade, prestando esclarecimentos. Ao juiz eleitoral cabe a missão de organizar e realizar o processo eleitoral, desde seu nascedouro, passando pelo registro de candidaturas, prestação de contas de candidatos e partidos, fiscalização da propaganda eleitoral e, dentre outras atribuições, expedir os respectivos diplomas aos candidatos eleitos após votação popular. Nesse esforço lhe cabe garantir a seriedade das eleições, resguardando, ao final, que seja respeitada a soberana decisão das urnas, o que somente se pode fazer através de atenta fiscalização, especialmente quanto às condutas proibidas aos agentes públicos e na averiguação e eliminação de abuso do poder econômico e político, além de outras ilicitudes, como a pressão indevida sobre eleitores e a venda de votos. Em suma, cabe à Justiça Eleitoral garantir a ÉTICA, a TRANSPARÊNCIA, a SERIEDADE e REGULARIDADE do processo eleitoral a fim de que o eleitor possa, manejando de forma consciente e livre, sem pressões, subornos e ameaças, escolher seu candidato e a comunidade logre eleger seus mandatários. De outro lado, ao eleitor não cabe apenas direitos, mas também deveres, dentre eles o de exercer, de maneira informada, consciente e honesta, o PODER DO VOTO, assumindo, assim, sua responsabilidade na vida política do país É seu dever, apesar de todas as decepções que a moderna política vem trazendo aos cidadãos, participar ativamente do processo eleitoral e escolher com liberdade e responsabilidade, seu candidato, o que apenas pode ser realizado com a participação em organizações sociais e comunitárias, o acompanhamento de debates, conhecimento e análise de propostas e com a busca de informações sobre a vida política, profissional e social dos candidatos.Não basta “votar por votar”, as conseqüências de tal desprezo com o direito de voto recairão sobre sua comunidade e sobre você.Gildo A. Meneghello Jr.

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